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A Professora Marlene Salgado que conheci

Conheci a Professora Marlene Salgado em 1989/1990, quando participamos de comiss√£o designada pela C√Ęmara de Vereadores de S√£o Gon√ßalo para a elabora√ß√£o do esbo√ßo do projeto que se tornou a Lei Org√Ęnica do Munic√≠pio.

Na fun√ß√£o de relator-geral ‚Äď que exerci com o tamb√©m Juiz e Professor Jos√© Gon√ßalo Rodrigues ‚Äď, fui testemunha privilegiada da dedica√ß√£o aguerrida e franca que Marlene Salgado emprestou a sua participa√ß√£o nos debates.

 

Ela era ouvida com o respeito devido a sua extraordin√°ria viv√™ncia na √°rea da Educa√ß√£o, suas propostas eram oportunas e bem articuladas e mereciam a imediata considera√ß√£o dos participantes nos debates, mesmo porque invariavelmente indicavam apaixonada e franca defesa dos interesses comunit√°rios, em busca de solu√ß√Ķes pr√°ticas e realistas.

 

Marlene Salgado de Oliveira comemora mais de cinq√ľenta anos na Doc√™ncia e, entre tantos t√≠tulos que ostenta, faz quest√£o de ser chamada de Professora, express√£o simples mas densa quando relacionada aos valores que constituem a base de seu Magist√©rio.

 

√Č antiga professora que insiste em ensinar o novo, transmitir o novo, renovar estruturas e sistemas, muito al√©m do aceitar o novo, mas incorpor√°-lo √† pr√°tica quotidiana, vencer resist√™ncias, constatar muitas vezes que preferimos todos nos acomodar em pr√°ticas j√° arraigadas que, no entanto, se mostram in√ļteis, injustas, il√≠citas e at√© mesmo imorais em face dos novos valores desta transi√ß√£o entre s√©culos.

 

Mas o novo sempre vem.

 

Destr√≥i padr√Ķes de conduta, amea√ßa situa√ß√Ķes, expande horizontes, erige novos valores, cria uma nova sociedade, transforma todos os segmentos do mundo, a Educa√ß√£o, o Direito e todas as Ci√™ncias.

 

O novo √© esta inexor√°vel revolu√ß√£o que muda a nossa exist√™ncia de forma brutal, afastando conceitos e ideologias que at√© ent√£o nos pareciam √Ęncoras seguras a estabilizar os nossos pequenos barcos da personalidade individual no revolto e amea√ßador oceano da vida.

 

O ancestral troglodita, ao dominar o fogo, acabou descobrindo que assim começava a controlar a natureza, a cujos caprichos, para ele ininteligíveis, até então somente podia se submeter; tão pequeno passo conduziu o homem, em alguns milhares de anos, da Idade da Pedra à Idade do Ferro e à do Bronze.

 

O av√ī do nosso bisav√ī, construindo a m√°quina a vapor, conseguiu substituir a for√ßa animal por ferramenta muito mais est√°vel e duradoura ‚Äď tal descoberta iniciou a Era Industrial.

 

Agora, desde o in√≠cio, h√° pouco mais de vinte anos, j√° estamos na Era da Inform√°tica ou Era Digital, admir√°vel mundo novo em que constru√≠mos e programamos maravilhosas m√°quinas que ampliam as for√ßas intelectivas do homo sapiens, que se v√™, cada vez mais, menos capacitado a absorver e sintetizar as informa√ß√Ķes que o viver na sociedade moderna exige de cada um.

 

A express√£o informa√ß√£o vem do verbo latino informo, as, avi, atum, are, a significar ‚Äúdebuxar, dar a primeira forma, delinear‚ÄĚ, sendo usada por C√≠cero tamb√©m no sentido de ‚Äúdescrever uma coisa ou pessoa, formar no pensamento a id√©ia de alguma coisa‚ÄĚ.

 

Através da informação é que o indivíduo apreende a realidade que o cerca e, através do que consta sobre o indivíduo, é que o mesmo é reconhecido, visto e identificado pelos outros membros da sociedade.

 

Marlene Salgado é professora e líder de professores; tem a plena convicção de que o papel da Educação não se basta na informação ao aluno, mas na formação deste, ou, como diz a Constituição de 1988, visa a Educação ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

 

Vejo-a em reuni√Ķes de trabalho, em encontros cient√≠ficos e cerim√īnias acad√™micas.

 

Em todos os momentos, sua presen√ßa √© indicadora da predisposi√ß√£o ao progresso, ao novo, aos avan√ßos, √† quebra de tabus e chav√Ķes...

 

Antiga mestra, sempre de alma renovada, em busca de novos desafios...

Quando eu era estudante de Direito

 

 

Nagib Slaibi Filho

Desembargador ‚Äď TJ-RJ

Professor da EMERJ/UNIVERSO

 

 

 

Confesso que sou persistente estudante de Direito há trinta e seis anos, pois quanto mais estudo mais longínquo fica o horizonte do meu saber jurídico...

 

O Direito é uma ciência, como conhecimento sistematizado; é uma arte, enquanto expressão do que melhor pode o homem transcender na busca da perfeição divina; é também técnica, cujo objeto é o conjunto de normas que regula a conduta das pessoas, dos grupos sociais e da sociedade, de modo a assegurar a todos, tanto quanto possível, o exercício do inalienável direito de buscar a felicidade pessoal.

 

Por tudo isso, é também fruto do que melhor pode se encontrar em cada pessoa.

 

Meus tios, Jorge Carone e Fuad Rachid, que eram advogados, me influenciaram na carreira de Direito. Suas hist√≥rias eram sempre contadas por meus pais, principalmente sobre sua passagem no Tribunal do J√ļri. Al√©m disso, sou mineiro e sempre gostei de Hist√≥ria e de Pol√≠tica, o que me levou ao curso de Direito, realizado na Faculdade de Direito ¬†da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niter√≥i.¬†

 

Creio que nunca mais terei a emo√ß√£o que senti quando pisei pela primeira vez, em 1969, no bel√≠ssimo pr√©dio daquela Faculdade, tendo ali chegado com o orgulho de ter sido classificado em 3¬ļ lugar no vestibular, mas com o receio ¬†‚Äď perdoem, receio n√£o √© a palavra mais precisa! ‚Äď, medo do desconhecido, da incerteza do futuro, da ang√ļstia de ainda n√£o saber se a escolha da carreira fora acertada.

 

√Č um pr√©dio do estilo do F√≥rum romano, com suntuosas colunas, sagu√£o e escada em m√°rmore, bustos de juristas na entrada e no seu interior, dezenas de placas lembrando os nomes de professores e alunos, tudo feito de forma a encantar os calouros e a permanecer na mem√≥ria dos veteranos e dos antigos alunos.

 

A biblioteca era pequena, com livros nem sempre atualizados, mas foi nela que passei muitas tardes e noites, pois me permitiu o acesso a livros que me indicavam o mundo bem mais amplo do que eu podia desconfiar que existia.

 

Ah! Os meus professores! Quanto mais passa o tempo, mais os admiro, maior a saudade e o carinho.  De vez em quando, sinto-me até mesmo com culpa por não lembrar, com precisão, as suas palavras, mas deles sempre ficou o exemplo pela conduta, e até mesmo a feliz constatação de que não eram mitos, mas pessoas humanas.

 

Ao encontrar os meus colegas de bancos acadêmicos sempre contamos casos e mais casos sobre os professores, colegas e funcionários.  Rimos o suficiente, quase sempre, para despistar as lágrimas da emoção, a saudade não só daqueles que não mais estão neste mundo, mas das lembranças de que desfrutamos sozinhos ou em grupos.

 

No sagu√£o da Faculdade h√° uma imensa placa com o nome dos professores e colegas da minha turma, que ali foi disposta quando comemoramos trinta anos de formados.

 

Já me disseram que nem todos os colegas foram tão felizes como gostaria, alguns foram irremediavelmente derrotados na luta da vida, outros alcançaram o sucesso em outras atividades;  poucos, são muito poucos aqueles das turmas iniciais  que ainda são citados pelos que ainda continuam a lutar pelo Direito.

 

Perdoem o que poderiam chamar de ego√≠smo. ¬†Descobri que os sentimentos mais elevados, entre eles o amor, o carinho, a saudade, s√£o individuais, √ļnicos. Sou implacavelmente ego√≠sta nas lembran√ßas, nos sentimentos. S√£o meus ‚Äď n√£o os partilho. ¬†Fazem parte da minha hist√≥ria pessoal.

 

N√£o vou citar nenhum nome de colega, pois todos, ao menos na minha mem√≥ria, continuam vivos, alegres, jovens e entusiasmados. ¬†Nem vou citar o nome de professores e funcion√°rios da Casa. Muitos ainda posso estreitar em comovido abra√ßo quando os encontro nas ruas e nos Foruns, outros fui levar √† √ļltima morada, tantos outros tomaram destino que nem mesmo consta nos frios registros administrativos.

 

Tive a honra de ser professor concursado da minha Faculdade. Lá ensinei durante quinze anos, sentindo o que sentiram os meus mestres, com aquele sentimento de continuidade que hoje me aflora quando encontro antigos alunos que são professores também.

 

Em 1991, fui designado pelo ent√£o Diretor, Professor Antonio Carlos Roboredo, para saudar, em nome da Faculdade, os professores que se aposentavam.

 

Escrevi o discurso que ainda se pode ver em www.nagib.net/discursos.

 

Lembrei, com emoção, os meus Professores Abeylard Pereira Gomes, Alexandre Demathey Camacho, Guilherme Haddad, Hamilton Xavier, João Debellian, Paulo Gomes da Silva Filho, René Frederico Alvez Trachez e Emilio Carmo.

Encerrei o texto transcrevendo o que o Professor Emilio Carmo disse no encerramento do discurso que fizera, em 1979, homenageando os Professores que ent√£o se retiravam pela aposentadoria:

 

A estes mestres a reverência desta Faculdade, o adeus àqueles que lhe deram nome, fama e projeção na vida nacional.

 

Podem estar certos Vossas Excel√™ncias de que o agradecimento por tudo o que fizeram, pelo sacrif√≠cio continuado e incans√°vel, pelas horas indormidas em favor dos acad√™micos, pelas palestras, pelos debates, pelas aulas 'extras', fora das salas de aula, pelo amor dedicado √† nossa causa, durante toda sua vida, esse amor entranhado e intoc√°vel que temos pela nossa Casa, pelo soerguimento do ensino brasileiro, pela esperan√ßa que espargiram nas mentes estudantis, pelo aprimoramento do ensino jur√≠dico, pela f√© na grandeza do Direito, pelas belas li√ß√Ķes que ministraram e, sobretudo, pelo hino permanente que teceram √† Justi√ßa, √† Justi√ßa eterna, esse 'p√£o dos pobres', como dizia Chateaubriand, o nosso at√© logo e, envolto em nosso afeto, em nossa admira√ß√£o, o nosso mais sincero, emotivo e eterno Muito obrigado.

 

Rua Nagib Slaibi

Rua Nagib Slaibi

 

 

 

Dia 25 de setembro de 2004, 10:00 horas

Visconde do Rio Branco

 

Nagib Slaibi é riobranquense por opção.

 

A sua primeira fase da vida foi sob a influência do Cedro, símbolo do Líbano, onde nasceu em 08 de dezembro de 1895, filho de Slaibi Youssef e Lahia Khoury, na pequena vila de Ramhallah, não tão distante de Beirute.

 

Católico maronita, fez os estudos básicos em árabe e em francês.

 

Em 1912, com dezesseis anos, seu pai o mandou para o Brasil, para que ajudasse o irm√£o mais velho, Tanus.

 

Em longa viagem marítima, saiu de Beirute, fez escalas em Marselha e em Dakar, para finalmente aportar em Santos.

 

Na companhia do casal Abílio Aad e dona Sanhura, completou a viagem para Visconde do Rio Branco e para Guiricema, onde foi morar e trabalhar no comércio, com Tanus, instalando-se na antiga Taboa.

 

Iniciou-se como mascate, aprendendo rapidamente a língua portuguesa, os usos e costumes do início do século desta região quase inteiramente rural.

 

Como mascate, durante anos e in√ļmeras vezes passou por estes caminhos, cumprindo a p√© ou a cavalo as tr√™s l√©guas entre Rio Branco e Guiricema.

 

No meio do trajeto, na atual Sementeira, havia um angico, √°rvore que ainda hoje l√° se destaca, com aproximadamente oito metros de altura, sob cujos ramos se abrigava para descansar e fazer as refei√ß√Ķes, aproveitando a fonte de √°gua que ali perto ainda existe.

 

O Cedro e o Angico.

 

O cedro √© √°rvore de qualidade, portentoso, acolhedor, nativo da √Āsia e do Norte da √Āfrica, encontrado nas regi√Ķes montanhosas.

 

O angico √© √°rvore de qualidade, portentoso, acolhedor, nativo das Am√©ricas, encontrado nas regi√Ķes montanhosas.

 

Com o cedro do Líbano na saudade, fez a opção pelo Brasil, representado pelo angico que o abrigava, e sob cuja dimensão optou por viver o restante da existência.

 

Depois vieram os seus irmãos Said, casado com Dalila, pais do José, Miguel, Olga, Geni e Abla; Chicralla; Haifa, casada com Rachid Antonio, mãe de Antonio, Emilio, Penha, Alvina e Lahia.

 

Tanus depois retornou para o Líbano; de sua filha Nazira, nasceu Aida, até há pouco tempo Embaixatriz do Líbano no Brasil.

 

Nagib Slaibi ficou muitos anos exercendo o comércio em Guiricema.

 

Em 1926 comprou a casa do Carrapicho, atual rua Dr. Lynch, onde instalou o seu com√©rcio de atacado e varejo e passou a viver at√© o √ļltimo dos seus dias.

 

Teve intensa atuação na vida riobranquense, não só como comerciante, mas também como associado e dirigente da Associação Comercial; também foi Presidente da Associação Libanesa e vinculou-se às lutas políticas, intensas e apaixonadas na época, sob a liderança do Doutor Jorge Carone, que depois foi seu cunhado.

 

Naturalizou-se em 1938, quando a legislação exigia do naturalizando a cruel declaração formal de que renunciava à cidadania anterior.

 

Mas ele o fez, com tranq√ľilidade, em irrevers√≠vel op√ß√£o pelo Brasil, embora guardando na lembran√ßa com carinho a terra de origem.

 

Em 1940, casou-se com Helena Carone, nascida em Guiricema, filha de Jo√£o Carone e de Matilde Pinheiro Nonato.

 

Tiveram dois filhos, Matilde e Nagib, netos Carlos Eduardo, Ricardo Augusto, Rodrigo Otávio, Themis Alexandra, Nathalia Cristina, Ana Beatriz, bisnetos Thiago, Nathalia, Lucas, Leandro, Carolina, Maria Vitória, João, Luiza e Henrique.

 

Por volta de 1941, comprou a fazenda da Sementeira, h√° poucos quil√īmetros daqui, e dedicou-se √† lavoura, √† pecu√°ria e √† venda de seus produtos.

 

Nesta fazenda est√° ainda hoje o angico que o abrigava nas viagens entre Guiricema e Rio Branco.

 

Deu à propriedade o nome de Fazenda Santa Matilde, em homenagem à sogra, a quem também homenageou com o nome da filha.

 

Entre os produtos da fazenda, estava a premiada aguardente Preferida do Rio Branco, que tantos pr√™mios obteve nas exposi√ß√Ķes agropecu√°rias.

 

Depois da Segunda Grande Guerra, fechou o seu comércio de atacado e varejo.

 

Continuou participando intensamente da vida riobranquense, na Associação Comercial, no antigo Aeroclube.

 

Sempre se interessou pela Política, tendo integrado o Partido Republicano, de Arthur Bernardes, e o Movimento Democrático Brasileiro, de oposição ao Governo Militar.

 

Entre os homens p√ļblicos que apontava como exemplo estavam, entre outros, Winston Churchill, Arthur Bernardes, Jorge Carone, pai e filho.

 

Foi membro do Tribunal do J√ļri por mais de trinta anos.

 

Para o dedicado exercício da relevante função de síndico de falência, até mesmo adquiriu o Código Commercial Brasileiro, de César Falcão, edição de 1926, exemplar que guardo com carinho.

 

Respeitado por seus pares no comércio, muitas vezes exercia com dedicação a função de conciliador e até mesmo árbitro informal nas querelas entre os comerciantes.

 

Foi inscrito no Conselho Regional de Química e exerceu por muitos anos a função de químico da Usina São João.

 

Em 1972, at√© mesmo por raz√Ķes de sa√ļde, viu-se for√ßado a vender a Fazenda Santa Matilde.

 

Em 1974, foi homenageado pelo Rotary Club, introduzindo na panóplia a bandeira do Líbano.

 

Faleceu em 21 de agosto de 1979, com a idade de 83 anos.

 

Vinte e cinco anos depois de sua morte, ainda est√° presente.

 

Homem dedicado √† fam√≠lia, com a paci√™ncia daqueles que amam com tranq√ľilidade e aten√ß√£o.

 

Atento às necessidades da esposa, dos filhos, irmãos, sobrinhos, amigos, empregados e todos, neles procurava aliviar as dificuldades da existência pelas dificuldades da própria vida e que tanto o ensinou.

 

Ensinou o bom-humor, forma de express√£o de sua tranq√ľilidade, do estoicismo, da extrema generosidade que o distinguia.

 

Sua vida transitou entre o Cedro e o Angico, árvores de grande resistência, de grande presença.

 

Serve-lhe como expressão de vida as palavras de outro libanês que também veio para o Novo Mundo, Gibran Khalil Gibran:

 

Disseram-vos que a vida é escuridão; e no vosso cansaço, repetis o que os cansados vos disseram.

E eu vos digo que a vida é realmente escuridão, exceto quando há um impulso.

E todo impulso é cego, exceto quando há saber.

E todo saber é vão, exceto quando há trabalho.

E todo o trabalho é vazio, exceto quando há amor.

E quando trabalhais com amor, vós vos unis a vós próprios e uns aos outros, e a Deus.

E o que é trabalhar com amor?

. . .

√Č p√īr em todas as coisas que fazeis um sopro de vossa alma.

E saber que todos os abençoados mortos vos rodeiam e vos observam."

 

Em Nagib Slaibi homenageamos o Cedro, homenageamos o Angico, o Líbano, e o Brasil.

 


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