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Palco da vida

 

Fernando Pessoa

Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo . E você pode evitar que ela vá a falência.

 

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você. Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.

 

Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.

 

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

 

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

 

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história . É atravessar desertos fora de si , mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma . É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida .

 

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um " não ". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

 

Ser feliz é deixar viver a criança livre , alegre e simples , que mora dentro de cada um de nós . É ter maturidade para falar " eu errei". É ter ousadia para dizer " me perdoe". É ter sensibilidade para expressar " eu preciso de você ". É ter capacidade de dizer " eu te amo ". É ter humildade da receptividade.

 

Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz... E, quando você errar o caminho, recomece, pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.

 

Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer.

 

Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

 

Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama.

 

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

 

Pedras no caminho? Guardo todas... um dia vou construir um castelo!

Vida e morte

Sergio Couto

“ Os mortos falam e a Humanidade está ansiosa, aguardando a sua palavra”( Humberto de Campos).

 

Certeira a sabedoria popular quando enuncia que “basta viver, para morrer”. Não há vivos – diz o poeta Drummond de Andrade - há os que morreram e aqueles que esperam sua vez. O mistério da vida e morte constituirá sempre o desafio que se põe à reflexão dos humanos.

 

Muitos não preferem especular sobre o fenômeno que, certamente, transcende à sua capacidade de entendimento. Não é dado ao réptil que rasteja, decifrar enigmas que se inserem na alçada dos condores. Preferem, apenas, viver, se possível, à tripa forra . Trata-se de assunto complexo, que apenas diz respeito aos religiosos, até porque será sempre doloroso imaginar que a morte poderá surpreender, sem aviso-prévio, prejudicando projetos de vida acalentados por tanto tempo. Basta uma inesperada síncope...

 

Inegável que sempre haverá especulação sobre quem seria o coordenador do mundo, e qual a destinação dos seres humanos. Quando não há fé, que é alimentada pela mensagem que vem do recôndito da alma, as pessoas alimentam a necessidade de demonstrar a si mesmas, que Deus não existe, o que torna mais palatável e despreocupada a vida tal como ela é!.Sem dúvida, mais cômodo!

 

Assunto, portanto, complexo que diz respeito, teoricamente, aos teólogos e às outras correntes religiosas , que se arvoram em intérpretes da palavra contida nos pergaminhos bíblicos. Sustentam os oráculos da “verdade”, nos vários e reluzentes púlpitos, que aqueles que se foram para outras vidas, têm de aguardar o julgamento final, pelos séculos afora, até que a separação do joio e do trigo se processem em determinado momento, quando o esperado (e incerto) apocalipse defina o fim dos tempos, no planeta, segundo Nostradamus.

 

Enquadram-se, ainda, nesse contexto, os bispos e pastores, profetas emergentes de paletó e gravata, sempre movidos pelos indefectíveis dízimos, que pelos inegáveis conhecimentos das Escrituras, assumem liderança perante os fiéis que freqüentam as suas igrejas. A Constituição permite a livre manifestação do pensamento ou da expressão, tendo sido derrogado o princípio que antes tratava da exploração da fé pública.

 

Passam a imagem de que são ventríloquos ou “ prepostos do Cristo “. Após as orações, que a mídia estampa, realizam “milagres”, embora questionáveis, com os testemunhos daqueles que antes se diziam acometido de dores mas que, sob os influxos do poder da oração, manifestavam a superação dos problemas, para surpresa dos auditórios da fé.

 

Sob outro vértice, é possível que se sustente que somos um microcosmo, uma partícula infinitesimal de um universo inexplicável quanto à sua origem e que, hoje, se sabe, é um admirável mecanismo criado por uma força inicial também misteriosa. Pois essa poeirinha chamada Terra levou seus habitantes a acreditar que foram feitos à imagem e semelhança de Deus, a partir da palavra insuspeita de seu Filho, que garantiu que as Almas são eternas!. A Sua vida e Seu exemplo brilham até hoje no mastro das diretrizes da Humanidade, o que nos anima a prosseguir na caminhada!

 

Afirmam os espíritas que as pessoas são, apenas, bactérias controladas pelo impulso da fome e pelo magnetismo do amor. Todos vivem sob o domínio do determinismo ou livre-arbítrio, sendo responsáveis pelos seus próprios atos. Pecar não é proibido, porque a lapidação do espírito é fatal, através dos tempos, pelas contínuas jornadas de trabalho cármicas (lei da causa e efeito).

 

As pessoas evoluem, portanto, nem que seja na marra. .O processo reencarnatório é um dogma, rigorosamente obedecido pelos seguidores de Kardec e pela Umbanda, que não temem doenças ou a própria morte. Sabem que o seu destino será orientado pelas ações que enriquecerão, ou não, o mosaico das experiências planetárias na busca da luz. É o galardão almejado!.

 

Cada um de nós, dizem, tem dívidas acumuladas, em renascendo na carne, transporta consigo para o ambiente terreno uma réstia do céu que sonha conquistar e um vasto manto de inferno que plasmou para si mesmo. Quando não temos força suficiente para seguir ao encontro do céu, que nos confere oportunidades de ascensão até ele, retornamos ao inferno que nos fascina à retaguarda...

 

É preciso, portanto, morrer, para viver a verdadeira vida , sem as peias ilusórias da vida terrena, que se resume em poucos anos de permanência. Só assim se alcançará a imortalidade reluzente, certo, porém, que apenas os justos serão contemplados, conforme os dogmas, que se apresentam uníssonos, em todas as religiões.

 

Pena para os injustos, quem somos nós, pobres mortais, para especular sobre tão relevante questão? Lamenta-se o que ocorre nos Países onde campeia o saque nos cofres públicos, por ação ou omissão das autoridades da administração direta ou indireta, em detrimento da pobreza de tantos que não têm acesso aos serviços essenciais. Evidentíssimo que a hora da prestação de contas de seus atos um dia irá chegar, inelutável,, mas não nos pretórios daqui...

 

A vida física é fugaz, que se esvai no tempo certo; é volátil, porque em certo momento deixa de existir, alcançando seres ainda precoces, sem que se possa atinar, com os olhos da matéria, para o fenômeno que traz tanta tristeza com o sentimento de perda do ente querido.

 

Essa perda tanto é mais sentida quando os filhos são enterrados pelos pais. Nada mais doloroso. .O quadro vem se tornando freqüente nos acidentes de trânsito, que não escolhem suas vítimas. A delinqüência faz sucumbir milhares de jovens, que se quedam nos vícios das drogas.As balas perdidas, causa mortis da modernidade criminógena revela, a mais não poder, a falência do Estado brasileiro na política de segurança pública.

 

Como medir a dor dos pais que sobrevivem aos filhos? Com a palavra o culto e sensível magistrado gaúcho ELISEU TORRES , que em voto lapidar, num caso de indenização por morte de filho menor, destacou: “O que se quer saber é se os pais de J, passados seis anos, ainda sofrem sua perda e, por isso , merecem a reparação pelo dano moral.”

 

Tratava-se de um caso rumoroso de repercussão nacional – a morte de filho de um senador, homem forte da política nacional (falecido recentemente). Perante o Brasil inteiro, pediu que fosse ele e não o filho que estivesse ali para ser sepultado.

 

“É uma dor eterna, sem tamanho, sem consolo. Passados dez, vinte, trinta anos, ela volta ao mundo do consciente com força avassaladora, depressiva a mostrar, a cada dia, ao pai, que teve a desgraça de sobreviver ao filho, o quanto de injusto, desumano e inverossímil, é alguém receber do destino a incumbência de sepultar uma parte de si mesmo. A dor da perda de um filho não se esvai no tempo e tão terrível, que até os escritores buscam abster-se de descrevê-la. Os que nunca a sentiram não estão capacitados a fazê-lo, os que já a sentiram dobram-se de dor só em relembrá-la”(AI,TJRS, 598.064.657).

 

É possível que o mistério da vida e morte esteja explicado, em parte, nos seguintes versos parnasianos, de AUGUSTO DOS ANJOS:

 

A morte é como um fato resultante

 

Das ações de um fenômeno vulgar,

 

Desorganização molecular,

 

Fim das forças do plasma agonizante

 

Mas a vida a si mesma se garante

 

Na sua eternidade singular,

 

E em sua transcendência vai buscar

 

A luz do espaço, fúlgida e distante!

 

Vida e Morte – fenômenos divinos,

 

Na ascendência de todos os destinos,

 

Do portentoso amor de Deus oriundos...

 

Conclui-se, portanto, que a morte não existe. É o começo de tudo. Quem tem fé, não tem medo. A alma sim, preponderante, valor supremo, norteia a vida, é vibração e essência, está nas luzes da sobrevivência, no transcendentalismo das esferas.

 

Bem aventurados os que, uma vez chamados pelo Criador, estão aptos a novas missões, porque desvendaram o mistério, simples em sua equação, de que o corpo obedece à alma . “Deus, infinito, está com o mundo, em cada átomo do Universo – adoramos Deus na Natureza ”. (Camille Flamarion).

 

É preciso agradecer os bens que a Natureza, longa manus da vontade do Criador, sempre pródiga, põe ao alcance de cada um. Como sobreviver sem ela? Que seria dos laboratórios, se lhes faltassem os frutos, raízes, flores, que compõem a farmacopéia divina que é alimentada pelas matas verdes, que segundo BILAC, “imperam fecunda e luminosa a eterna primavera”.(tempos diferentes, hoje)

 

Até mesmo os banhos de ervas que se prepara, com o cozimento de suas folhas, constitui o refrigério fluídico de quem precisa afastar de seu corpo, a sensação de peso e mal-estar, segundo os naturalistas. Nada mais restaurador que um banho de cachoeira, não? Aquele que se despoja de um pouco que possui, para oferecer aos pássaros as sementes que lhes servirão de alimento, receberá em troca seus cânticos que ecoarão nos seus jardins e janelas; e a sua alma, feliz, na doce sintonia da interlocução...

 

Sei que é incômodo tocar em tão delicado tema . Porque a grande verdade é que todos nós vivemos como se nunca fôssemos morrer . Cada qual se considera tocado pela eternidade . Em nossos planos de sucesso e segurança profissionais , em face das dificuldades da vida , o que é legítimo , nos mais variados projetos domésticos , sempre nos referimos à morte como um fato distante , quase impossível que nos aconteça. E o melhor seria agir como se este dia fosse o último e que a Barca nos encontrasse como alguém que está pronto para a Grande viagem . Com a mala pronta , os documentos em dia e a mente preparada ...

Um Maiakóvski no caminho

Autor desconhecido

Foi resolvida graças à novela das oito uma confusão de 30 anos. Escrito nos anos 60 pelo poeta fluminense Eduardo Alves da Costa, 67, o poema "No Caminho, com Maiakóvski" era (quase) sempre creditado ao russo Vladimir Maiakóvski (1893-1930).

 

Em "Mulheres Apaixonadas", Helena (Christiane Torloni) leu um trecho do poema, dando o crédito correto. Foi o suficiente para reavivar a polêmica resolvida dois capítulos depois, em que a autoria de Costa foi reafirmada e, de quebra, fazer surgir uma proposta de reeditar o poema, para aproveitar a exposição no horário nobre.

 

Livro combinado, a noite de autógrafos será na novela. "Pedi que apresse e me mande até o dia 10. Quero lançar aqui", diz Manoel Carlos, autor de "Mulheres". Eduardo Alves da Costa falou à coluna:

 

Folha - Você se arrepende de ter posto Maiakóvski no título?

 

Eduardo Alves da Costa - De maneira nenhuma! Tanto que vou usar o mesmo título para o livro que sai agora.

 

Folha - Durante mais de 30 anos acreditaram que o poema era dele. Isso não o incomoda?

 

Costa - Era uma enxurrada muito grande. Saiu em jornais com crédito para Maiakóvski. Fizeram até camisetas na época das Diretas-Já. Virou símbolo da luta contra o regime militar.

 

Folha - Como surgiu o engano?

 

Costa -O poema saiu em jornais universitários, nos anos 70. O psicanalista Roberto Freire incluiu em um livro dele e deu crédito ao russo e me colocou como tradutor. Mas já encomendei da França a obra completa do Maiakóvski. Quando alguém me questionar, entrego os cinco volumes e mando achar o poema lá.

 

"Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada" Trecho do poema de Eduardo Alves da Costa atribuído ao russo Vladimir Maiakóvski.

 

Leia agora o poema inteiro

 

NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI

 

Assim como a criança

humildemente afaga a imagem do herói,

assim me aproximo de ti, Maiakóvski.

Não importa o que me possa acontecer

por andar ombro a ombro

com um poeta soviético.

 

Lendo teus versos,

aprendi a ter coragem.

Tu sabes,

conheces melhor do que eu

a velha história.

 

Na primeira noite eles se aproximam

e roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

 

Na Segunda noite, já não se escondem:

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

 

Até que um dia,

o mais frágil deles

entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e,

conhecendo nosso medo,

arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada.

 

Nos dias que correm

a ninguém é dado

repousar a cabeça

alheia ao terror.

Os humildes baixam a cerviz;

e nós, que não temos pacto algum

com os senhores do mundo,

por temor nos calamos

 

No silêncio de meu quarto

a ousadia me afogueia as faces

e eu fantasio um levante;

mas amanhã,

diante do juiz,

talvez meus lábios

calem a verdade

como um foco de germes

capaz de me destruir.

 

Olho ao redor

e o que vejo

e acabo por repetir

são mentiras.

Mal sabe a criança dizer mãe

e a propaganda lhe destrói a consciência.

A mim, quase me arrastam

pela gola do paletó

à porta do templo

e me pedem que aguarde

até que a Democracia

se digne a aparecer no balcão.

 

Mas eu sei,

por que não estou amedrontado

a ponto de cegar, que ela tem uma espada

a lhe espetar as costelas

e o riso que nos mostra

é uma tênue cortina

lançada sobre os arsenais.

 

Vamos ao campo

e não os vemos ao nosso lado,

no plantio.

Mas ao tempo da colheita

lá estão

e acabam por nos roubar

até o último grão de trigo.

 

Dizem-nos que de nós emana o poder

mas sempre o temos contra nós.

Dizem-nos que é preciso

defender nossos lares

mas se nos rebelamos contra a opressão

é sobre nós que marcham os soldados.

 

E por temor eu me calo,

por temor aceito a condição

de falso democrata

e rotulo meus gestos

com a palavra liberdade,

procurando, num sorriso,

esconder minha dor

diante de meus superiores.

 

Mas dentro de mim,

com a potência de um milhão de vozes,

o coração grita - MENTIRA!

 

Nota do editor: em negrito, o "fragmento" que corre o mundo, belíssimo, desse poema de Eduardo Alves da Costa. Acima, o poema inteiro.

 

No caminho com Maiakovski não é de Maiakovski, mas sim de Eduardo Alves da Costa

 

Um lindo poema que não estaria reverenciando o nome do grande poeta russo Maiakovski, muitas vezes confundido pela Internet como sendo do próprio é na verdade de outro poeta, Eduardo Alves da Costa.

Despedida de Santa Teresinha

Vasco Duriense

(Padre Abilio)

Manhã fria!

 

Ao longe o plangente uivar

 

Dum cachorrinho triste, inconsolado,

 

Anunciava a todo o povoado

 

Que alguém se vai pra nunca mais voltar!

 

Na casa dos Martin choram os muros,

 

Vestem luto as boninas do jardim,

 

A primavera em flor apressa o fim,

 

Partem-se ao meio os corações mais duros.

 

Só Teresinha se mantinha calma.

 

Abraça as irmãs e o pai, alma a alma,

 

E rumo ao Carmelo, feliz, partia.

 

Milhões de lágrimas sulcam o rosto

 

De todo o povo, roído de desgosto.

 

A terra chorava... mas o céu sorria.

 

 


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